Como eu decidi passar pela transição capilar como foi este processo?

Só as cacheadas on-line! \o/

Pois é, gente! O EO voltou, e com ele tudo diferente: são 5 anos desde que começamos a existir e agora temos até cabelo novo por aí. 

Começar o processo é importante! 

Bom, sei que tem inúmeros posts na internet sobre transição capilar, vídeos, tik toks (hahaha), mas decidi fazer minha própria versão: sem vídeo com trend do momento, sem dicas de produtinhos (por enquanto), mas quero contar pra vocês como foi que eu cheguei à decisão de voltar ao meu cabelo natural.

A verdade é que a nossa geração, na época da escola, foi muito influenciada pelos procedimentos “técnica japonesa, escova definitiva, progressiva, e afins” e atualmente – aqui eu preciso dar os créditos à internet – tem-se valorizado muito mais a beleza dos cabelos naturais. 

Meu processo de transição foi decidido muito naturalmente, desde quando eu comecei a achar meu cabelo sem graça, sem volume e bem xoxinho. Além disso, teve a falta de tempo para fazer a raiz da progressiva (coitada, explica pra ela que cabelo natural dá muito mais trabalho) que me fazia sempre adiar o retoque. Para ilustrar esse momento, vou colocar aqui a frase da minha mãe: “nem parece que já me ligou uma vez chorando porque a chapinha estragou”  porque, sim, eu ficava desesperada sem prancha em casa pra alisar o cabelo. Gente, foram mais ou menos dos 15 aos 31 anos alisando esse cabelinho, tá? É muito tempo mesmo!

E aí eu fui deixando o meu cabelo crescer, fiz umas luzes pra me achar mais bonitinha, a franja ia crescendo e era uma incógnita pra mim como seria viver com ela + os cachos, e aquele momento chega pra todes: quando você olha no espelho e fala “não dá mais”. E foi aí que tentei fazer um corte pra tirar quase tudo, e ficou pior ainda: o cabelo cacheado/ondulado com as pontas espigadas. Duas semanas depois, decidi procurar uma profissional especializada em cabelos naturais (a perfeita @cachosdamai) e tirar todas as partes lisas. 

A saga da franjola

Mas Mai, corre nesse post pra falar que: eu estava sofrendo muito mais sem a minha franja, do que ter que cortar o meu cabelo bem curtinho, senhoras! Sim, eu estava sem franja – minha marca registrada – e sofrendo talvez até mais por isso. 

Hoje, quase um ano após a transição, eu posso dizer que foi um dos processos mais legais da minha vida! Porque me vejo outra pessoa, tenho um orgulho danado do meu cabelinho e me sinto muito eu mesma (e a gata dos cachos). O processo é doloroso? é muito! A nossa autoestima vai lá no chão. Mas faz parte e passa, é só uma fase. Depois de um tempo, ainda descobrimos muito mais sobre nossos cabelos, a curvatura ainda muda bastante, e dá muito trabalho (não se iluda!). 

Agora vou ser hipócrita e mostrar pra vocês meu vídeo tik toker da transição, clica aqui pra assistir.

Beijos,

Ca.

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